Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

OSLO VAI PROIBIR CARROS NO CENTRO ATÉ 2020

Mäyjo, 04.01.16

oslo_SAPO

A cidade de Oslo, na Noruega, está a preparar a mais agressiva legislação anticarros do mundo, que a levará a proibir os automóveis de circularem no seu centro até 2020. “Queremos um centro sem carros”, explicou aos jornalistas Lan Marie Berg, negociadora do Partido Verde norueguês para este assunto.

Segundo o Autoblog, este plano é aceite pelos três principais partidos da câmara de Oslo – os verdes, trabalhistas e socialistas – e transformará a cidade na primeira a banir permanentemente os carros do seu centro, uma medida que tem sido tomada, em alguns dias e horas, por algumas cidades da Europa e Estados Unidos.

Com menos carros para transportar pessoas, os governantes querem encontrar formas alternativas de movimentar os cidadãos. Está prevista a construção de mais de 55 quilómetros de ciclovias até 2019, assim como a extensão da infraestrutura de transportes públicos da capital norueguesa.

Os elétricos, autocarros e outros veículos de transporte de pessoas continuarão a poder frequentar o centro da cidade, assim como carros conduzidos por pessoas com deficiência.

A capital pretende também tornar-se num paraíso para os carros elétricos que, na verdade, já circulam em números muito interessantes. O facto de a maioria da população proprietária de carros viver na área da Grande Oslo e, paralelamente, esta distar poucos quilómetros do centro da cidade, tem levado vários noruegueses a comprar um veículo elétrico.

A nível nacional, foi feita uma proposta para que, até 2025, perto de 100% dos novos carros vendidos serem elétricos. A proposta faz parte do plano para cortar as emissões de gases com efeito de estufa em 40%, nos próximos quinze anos, em relação aos dados de 1990.

Foto: Nicolò Lazzati / Creative Commons